Declaração de Brasília: preocupação com o trânsito

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JÁ OUVIU FALAR DA DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA?

A Declaração de Brasília contribuirá para mudar o paradigma do debate sobre trânsito em todo o planeta.

Ela inova ao dar ênfase ao transporte sustentável; O documento apresenta compromisso quanto à proteção de populações vulneráveis

130 países-membros da ONU participaram da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito e se comprometeram a priorizar a segurança de pedestres, ciclistas e motociclistas – considerados os usuários mais vulneráveis do trânsito.

O documento foi  apresentado pelo ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Castro, e traz como ênfase a segurança de transeuntes mais vulneráveis no trânsito. Ocorrendo pela primeira vez esse compromisso internacional, que dá ênfase ao transporte público como maneira de aprimorar a segurança. Os países reafirmaram a meta de reduzir pela metade, até 2020, as mortes causadas por acidentes de trânsito.

A Declaração de Brasília sobre a Segurança no Trânsito reconhece que a maioria expressiva das mortes e lesões no trânsito é previsível e evitável – e, na metade da Década de Ação, há muito a ser feito, apesar dos progressos e melhorias em vários países.

Entre as ações recomendadas no documento estão a adoção, a implementação e o cumprimento de políticas e de medidas voltadas a proteger e promover, de forma ativa, a segurança de pedestres e a mobilidade de ciclistas – como calçadas, ciclovias e/ou ciclofaixas, iluminação adequada, radares com câmeras, sinalização e marcação viária.

MOTOCICLETAS

Sobre os motociclistas, que são as vítimas mais vulneráveis do trânsito em todo o mundo, a Declaração de Brasília registra entre as suas recomendações a sugestão de desenvolver e implementar legislação e políticas abrangentes sobre o uso de motocicletas (educação e formação, licenciamento do condutor, registro do veículo, condições de trabalho, uso de capacetes e de equipamentos de proteção individual).

DADO ALARMANTE: Pedestres, ciclistas e motociclistas, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), perfazem atualmente metade das 1,25 milhão de vítimas fatais do trânsito no mundo.

META

As metas de reduzir pela metade, até 2020, o número de mortes e lesões causadas pelo trânsito em todo o mundo e de aumentar de 15% para 50% o percentual de países com legislação abrangente sobre os cinco fatores-chaves de risco – o não uso de cinto de segurança, de capacete e de dispositivos de proteção para crianças, a mistura de álcool/direção e excesso de velocidade – são reafirmadas na declaração.

A íntegra do documento pode ser lida aqui.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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